Tráfego pago: 5 mitos que precisam acabar

O Tráfego pago é uma das áreas que mais tem crescido dentro do marketing digital. O baixo investimento para começar e a necessidade de empresas em adotarem a estratégia são só alguns fatores que influenciam isso. 

Entretanto, junto ao boom de interesse sobre o assunto, é comum que surjam certos mitos que envolvam a área. Esses são consequência, principalmente, de pessoas que creem que existem leis para lidar com tráfego. Ou ainda, que seguir um padrão que deu certo uma vez, pode gerar resultados sempre. 

Por isso, como a maior assessoria de marketing do Brasil, nós da V4 Company achamos extremamente importante desmistificar alguns pontos. Assim, se você está começando a entender esse mundo, essa é a oportunidade de tirar todas as suas dúvidas.

Pra começar, o que é o tráfego pago? 

Primeiramente, se você ainda não entendeu esse conceito, para tudo que está fazendo e vamos voltar um pouco. De forma bem direta, o tráfego pago é uma forma de atrair pessoas através de anúncios pagos

Mas é só isso? Não! Confunde-se quem pensa que gerir campanhas pagas é somente pagar para a ferramenta fazer o resto. Se você não investir corretamente, é bem provável que você não atraia ninguém. E não porque seu anúncio é ruim, mas simplesmente pelo fato de ele estar mal segmentado. 

Assim conseguimos entender que tráfego vai além de só pagar para atrair pessoas. É necessário uma série de análises e testes, em diferentes ferramentas. Com isso, é possível entender onde seu público está e em quais ações são necessárias para conversar com ele. 

Se você quer entender mais desse conceito, temos uma boa dica: saiba quem é Pedro Sobral e outras personalidades da área.

E quais são os principais mitos sobre o assunto?

Certo, agora vamos ao que interessa. Se você está começando na área, certamente já escutou muitos mitos que envolvem a gestão de anúncios. Por isso, apontamos os 5 que mais vemos dúvidas: 

1. Não vale a pena investir em tráfego pago

Se você acredita que não vale a pena investir em tráfego ou você é o Elon Musk com seu plano de marketing da Tesla, ou alguém que tem muitas dúvidas sobre o assunto. O fato é: estar em evidência em mecanismos de busca e redes sociais é essencial para vender e aumentar suas vendas. 

Ou seja, investir em anúncios é a forma mais eficaz de atrair rapidamente o consumidor até seu negócio. Entretanto, isso deve ser feito da maneira correta para gerar resultados. O que nos leva ao segundo mito. 

2. É caro e não vale a pena contratar um profissional de tráfego pago

Como já falamos mais cedo, gerir anúncios não é só colocar dinheiro na ferramenta e esperar milagres. É necessário estar atento a diversos cenários, que variam de acordo com o segmento de negócio, público alvo e até a plataforma utilizada. 

Por isso existem profissionais da área. Esses são responsáveis por testar, analisar e investir corretamente o seu dinheiro nas ferramentas, garantindo que eles convertam mais. 

Além disso, o gestor de tráfego é quem acompanha resultados em tempo real, possibilitando sempre tirar o melhor de cada campanha e saber quando é a hora de parar. 

3. Apenas um canal é suficiente

Outro mito muito comum do tráfego pago é o de que investir apenas em um canal é o suficiente. De fato, se o seu foco é as redes sociais, colocar seus esforços em ads nessas redes pode ser um caminho que faça mais sentido. 

Fonte: Pixabay

Entretanto, não é bem assim. Se você não possui um PDV, não faz sentido investir em tráfego pago para o Waze, por exemplo. Contudo, se você não está no maior mecanismo de pesquisa do mundo – Google -, mesmo estando nas redes sociais, para muitos você nem existe. 

Outra linha de pensamento é entender que nem tudo que vemos nas redes sociais é totalmente confiável. E qual o lugar para tirar dúvidas? Em mecanismos de busca. 

Agora pensa em um produto que investe em anúncios nas redes, mas não trabalha nada institucional na parte mais “tradicional” da web. Você confiaria nessa empresa? Acho que não. 

Por isso, existem diversos motivos para focar em diferentes canais de divulgação. Assim você atrai seu público em todos locais mas também se mostra como referência. 

4. Não é necessário segmentar campanha, quanto mais gente melhor

Será que faz sentido que eu crie uma campanha para vender cachorro quente em Porto Alegre e isso apareça para pessoas em São Paulo? Nem que você tenha o melhor cachorro quente do mundo, alguém virá de outra cidade e estado só para consumir seu produto.

Ou seja, se o que você vende possui delimitação geográfica – não pode ser entregue ao consumidor a partir de certa distância -, você precisa criar segmentações.

Esse é um exemplo simples, que diz respeito a segmentação geográfica, mas posso defender isso com diversos outros fatores. A idade, sexo, hábitos diários… tudo isso pode ser análisado e segmentado. Então por que não fazê-lo? 

Aqui vai uma dica de ouro: vale mais uma menor quantidade de leads qualificados que comprariam seu produto do que um grande volume de pessoas que não se interessam pelo que você vende. 

5. Imagens não são importantes no tráfego pago

Fonte: Pixabay

Você percebeu que esse conteúdo está cheio de imagens, não é mesmo? Isso não é só para deixar o blog da V4 mais bonito. Mas também porque atrai atenção e torna a experiência de leitura mais agradável, com pausas para respiro em mudanças de assunto. 

Ao se tratar de tráfego, trabalhar com imagens é a chance de chamar ainda mais atenção no anúncio que você está pagando para aparecer. Ou seja, não é ideal que ele seja o mais atrativo possível? 

V4 Company desmistificando o tráfego pago 

Nada melhor que contar com a maior assessoria de marketing digital do Brasil para te ajudar a entender mais sobre tráfego pago, não é? 

Esperamos que tenha ficado um pouco mais claro que algumas informações sobre a área não passam de mitos. Assim, se você quer se destacar no que se trata tráfego, busque sempre informações em cursos e locais confiáveis.

Você já conhecia algum desses mitos sobre tráfego pago? Comenta aqui com a gente. 

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